Na trama de Primeiro Jasmim, as ações de Su Zuidie são motivadas por um histórico de ressentimento contra Mo Xiuyao. A personagem o responsabiliza diretamente pela queda de sua família e por todos os fracassos de sua trajetória pessoal.
Movida por esse objetivo, ela abandona a diplomacia e recorre a um esquema que envolve traição, conspirações políticas e assassinatos para assegurar a ruína do protagonista e de seus aliados.
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A aliança com Zhou Jing e a tática de chantagem
Para viabilizar seu plano, Su Zuidie estabelece contato com Zhou Jing, o Marquês de Muyang, e revela atuar como integrante do grupo ligado ao Palácio do Leste. Durante a negociação, o marquês deduz que ela foi a autora do assassinato da Princesa Ling Yun, um crime executado especificamente para forçar uma declaração de guerra entre os reinos.
O controle sobre Zhou Jing é garantido através de chantagem. O roteiro revela que o marquês utilizava os serviços de Chen Longxiang para contrabandear armamentos para a região de Cangbei. Como Chen acumulou provas do esquema e desapareceu, Su Zuidie utiliza essa vulnerabilidade para manipular as ações do marquês a seu favor.

A estratégia para paralisar as investigações
O objetivo técnico de Su Zuidie com a aliança é transferir a culpa pela morte de Ling Yun para Ye Li. A manobra política possui dois propósitos centrais:
- Envolver Mo Xiuyao: Ao incriminar Ye Li, a Mansão do Príncipe Ding é arrastada para o centro das investigações criminais.
- Proteger a rede de contrabando: Com o envolvimento do príncipe no caso diplomático, a Prefeitura da Capital perde a jurisdição e a capacidade logística para investigar o esquema de armamentos de Chen Longxiang, mantendo os crimes financeiros ocultos.
Para garantir que Ye Li não apresentasse uma defesa, Zhao Ting, subordinado do marquês, invade o Tribunal de Dali com a missão de silenciá-la definitivamente. A operação falha devido à intervenção de Han Mingxi, resultando no suicídio de Zhao Ting para evitar sua captura e interrogatório.
Resolução do conflito e prisão em flagrante
O avanço da narrativa ocorre quando Ye Li negocia sua liberação temporária com o chanceler. O plano de defesa consiste em localizar Su Zuidie e conduzir um interrogatório velado.
Ye Li manipula a conversa até que a rival confesse a autoria da conspiração de forma detalhada. O chanceler, que acompanhava a operação de forma oculta, efetua a prisão de Su Zuidie em flagrante.
Paralelamente, a trama aponta que Zhou Tianyang permanece na capital e que Zhou Jing descobre o envolvimento de Guo Jin em seu retorno. Com a prisão de Su Zuidie e a consolidação das provas, o governo de Da Chu identifica oficialmente a responsável pela morte de Ling Yun, neutralizando os argumentos de Lei Tengfeng e desarticulando a possibilidade de guerra.

