Nos próximos capítulos da série Primeiro Jasmim, o roteiro estabelece o assassinato da Princesa Lingyun como o estopim de uma crise política iminente. A morte da personagem faz parte de uma operação orquestrada por Su Zuidie em aliança clandestina com Mo Jingli, príncipe do Reino de Li, com o objetivo de incriminar Ye Li e forçar um conflito militar entre os reinos de Beicang e Chu.
- Primeiro jasmim: Resumo dos Episódios e Final Feliz
- ‘Primeiro Jasmim’: vingança e intrigas marcam o dorama chinês liderado por Bai Lu
A dinâmica da cena do crime
A logística do atentado ocorre na Torre Qingfeng Mingyue. O encontro é promovido por Ye Li, que utiliza seu prestígio como integrante da Academia Lishan para formalizar o convite à princesa. Su Zuidie acompanha Lingyun e assume o preparo da refeição e do chá no local.
A execução do plano acontece antes do início da refeição, quando Ye Li e Lingyun perdem a consciência simultaneamente. A cena é descoberta por Han Mingxi, que encontra a princesa morta com sangramento e Ye Li posicionada ao lado do corpo segurando uma faca. Antes de também desmaiar, Su Zuidie acusa verbalmente Ye Li pela autoria do homicídio.

O embate jurídico na corte imperial
O caso é transferido para o alto escalão do governo, gerando divisões sobre as sanções aplicáveis:
- A posição de condenação: O ministro Zhou Jing solicita a execução sumária de Ye Li como manobra diplomática para conter uma retaliação imediata de Beicang.
- A estratégia de defesa: O Duque Hua veta a decisão imediata, alertando que a morte de Lingyun tem características de uma operação de bandeira falsa (false flag) desenhada especificamente para induzir a guerra.
- O prazo de investigação: O imperador estabelece um prazo de três dias para que a defesa comprove a inocência de Ye Li e identifique o verdadeiro autor do crime, visando apresentar uma resolução oficial à população e aos diplomatas de Beicang.
Resolução e descoberta dos mandantes
Detida no Templo de Dali ao lado de Han Mingxi, Ye Li utiliza o tempo de reclusão para cruzar informações sobre os eventos recentes. O roteiro detalha as seguintes conclusões táticas da personagem:
- Manipulação de agentes: Ye Li descobre que Su Zuidie utilizou influência direta sobre Han Mingyue, da Torre Tianyi, para coordenar os crimes no entorno do encontro.
- A base de operações: O depoimento de Han Mingxi sobre seu próprio período de cativeiro indica que ele foi mantido na Mansão Songyue, uma propriedade registrada em nome de Mo Jingli.
- A motivação do príncipe: O cruzamento de dados confirma que o assassinato de Lingyun e o atentado anterior (envolvendo Zhang Hengyuan e Zhong Xingtong) operam sob a mesma coordenação estratégica. O objetivo central de Mo Jingli é sabotar as negociações de paz de Chu e provocar um conflito armado para avançar com seus interesses territoriais.

