Adivinha quem voltou? Isso mesmo, o time de justiceiros favorito da dramaland está na área para a 3ª Temporada de Taxi Driver!
Embora seja cedo para dizer se vai superar a química perfeita da temporada anterior, a estreia já chegou chutando a porta (literalmente) com um cenário internacional e muita ação.
Se você gosta daquele equilíbrio perfeito entre heroísmo vigilante, humor ácido e temas pesados, pode comemorar. A franquia mantém sua essência, mas agora com um passaporte carimbado para o Japão.

🚨 Alerta de Spoiler
Atenção: A partir daqui, vamos mergulhar em todos os detalhes dos Episódios 1 e 2 de Taxi Driver 3. Se você ainda não assistiu, salve este post para ler depois!
A Chegada Triunfal (e Cômica) de Kim Do-ki
A série não perde tempo. Já começamos com uma cena de resgate onde Kim Do-ki (Lee Je-hoon) aparece com uma máscara de hóquei estilo Jason Voorhees. É o tipo de fanservice exagerado que a gente ama.
Quando o vilão pergunta quem ele é, Do-ki solta um simples “Taxi Driver” em japonês. A resposta do bandido? “Que tipo de nome sem graça é esse?” antes de ser nocauteado. O humor da série continua intacto!
O Caso da Vez: Tráfico Humano e Yakuza
A trama volta no tempo para explicar como eles foram parar no Japão. Conhecemos Yun Yi-seo (Cha Shi-yeon), uma jovem coreana vítima de uma armadilha cruel.
- O Golpe: Yi-seo foi enganada por uma “amiga” para jogar um mobile game viciante.
- A Dívida: O jogo era fachada para agiotas. Ela perdeu dinheiro e assinou um contrato sem ler.
- A Consequência: Para pagar a dívida, ela foi enviada “para trabalhar” no Japão, caindo nas garras da Yakuza.

Disfarces, Socos e um Novo Aliado?
Para se infiltrar na organização, Do-ki assume uma nova persona hilária: um Yanki (delinquente japonês) extravagante.
A cena dele na academia de boxe é ouro puro. Para chamar a atenção do chefe, Do-ki enfrenta um lutador estilo sumô. A estratégia? Cotoveladas na testa!
Plot Twist: O lutador derrotado não era um bandido, mas um policial disfarçado da Interpol, Michael Chang (Edan Lui). Michael fica furioso com a interferência, mas percebe que Do-ki pode ser útil para derrubar o chefão, Matsuda Keita.

A Estranha “Bromance” com o Vilão
Aqui o dorama brilha na construção de personagens. Do-ki consegue se aproximar de Matsuda, o chefe da Yakuza. E acontece algo inesperado: Matsuda se afeiçoa a Do-ki.
Matsuda é um vilão cruel, sim (tráfico humano é imperdoável), mas a série o humaniza através da solidão. Ele é um yakuza moderno, isolado, que não confia em ninguém.
“Ele está tão solitário que não tem para quem enviar fotos de comida quando dá vontade.”
É triste? É. Mas lembramos do que ele faz com as mulheres sequestradas e a pena passa rapidinho.
O Desfecho: Traição e Justiça
No clímax, durante um leilão de tráfico humano, a máscara cai. Do-ki leva Matsuda até o cofre principal da organização e revela sua verdadeira face.
A frase que define o episódio é dita em coreano por Do-ki, deixando o vilão atordoado: “É hora de Yi-seo voltar para casa.”
Matsuda, sentindo-se traído em sua única conexão humana, tenta reagir, mas é dominado e preso por Michael e a Interpol.


Veredito da Estreia
Os dois primeiros episódios foram sólidos. A mudança de cenário para o Japão trouxe um frescor visual e momentos cômicos ótimos com a barreira linguística.
A resolução da vítima Yi-seo reencontrando a “amiga” que a colocou nessa fria me deixou com um gosto amargo (eu preferia que ela tivesse dado um troco na amiga), mas o saldo final é muito positivo.
O que esperar agora? Voltando para a Coreia, será que teremos um grande vilão conectando a temporada toda ou voltaremos ao formato de casos semanais? De qualquer forma, Do-ki está aquecido e pronto para a próxima corrida.
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