Kim Jung-Hoon virou o centro de uma série de alegações pesadas que estão gerando bastante comoção. Logo depois da notícia de que ele estaria envolvido num caso de agressão s*xual contra uma streamer no último 17 de abril, começou a circular outro relato. Dessa vez, a suposta esposa de Kim o acusa de abusos físicos e emocionais. O irmão da cantora já foi visto várias vezes em público com ela, e o nome dele também aparece ligado aos negócios da Jisoo e da agência dela, a Blissoo. Ver o nome da idol envolvido nessa história toda acaba, inevitavelmente, arranhando a imagem dela e deixando sua legião de fãs bem preocupada.
A PRISÃO E OS DETALHES DO CASO
No dia 17 de abril, surgiu a informação de que a delegacia de Gangnam, em Seul, prendeu um homem na faixa dos 30 anos por suspeita de abuso. Tudo indica que era o próprio Kim Jung-Hoon, que foi levado para interrogatório. Pouco depois, pipocou a notícia de que ele teria gravado o ato à força e ainda compartilhado o vídeo com um conhecido. Como se não bastasse, os dois teriam ameaçado a vítima, dizendo que iriam vazar fotos íntimas dela tiradas sem autorização.
NOVAS ACUSAÇÕES DA SUPOSTA ESPOSA
Segundo o site Koreaboo, numa matéria publicada em 18 de abril, no meio de toda essa confusão, uma mulher dizendo ser esposa do Kim postou cartas escritas à mão na internet, junto com fotos que, segundo ela, provam as agressões. No relato, ela descreve um histórico assustador de suposta violência física, controle coercitivo e má conduta sexual durante o tempo em que estiveram juntos.
ABUSO FÍSICO E S*XUAL
A mulher afirma que Kim vigliava tudo o que ela fazia no celular, lendo mensagens e acessando dados pessoais sem nenhum consentimento. Ela conta que ele vivia alterando as configurações das redes sociais dela e fazia questão de fiscalizar as conversas privadas com amigos e familiares.
O relato também detalha como ele limitava sua vida social: ela diz que era isolada dos outros e sofria pressão para manter uma fachada de relacionamento perfeito perante o público.
LIBERDADE VIGIADA E CONTROLE ABSOLUTO
A acusadora vai além e diz que ele controlava até o que ela vestia ou se passava maquiagem, além de ditar para onde ela podia ir e com quem podia falar. Em alguns casos, segundo ela, o rapaz ia pessoalmente aos lugares só para checar se ela estava realmente onde disse que estaria.
Entre as acusações mais chocantes estão os relatos de relações não consensuais frequentes e agressões físicas. A vítima relata que era forçada a ter relações sexuais contra a própria vontade e que seus “nãos” eram simplesmente ignorados. Ela também menciona que esses episódios deixaram sequelas duradouras na sua saúde física.
INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO
Até o momento, Kim Jung-Hoon não deu um pio publicamente sobre nenhuma das acusações. A polícia continua investigando o caso e nenhuma conclusão legal foi anunciada.

