Acostumado à rotina controlada da cirurgia plástica na cidade, Do Ji-ui (Lee Jae Wook) encontra o caos ao ser transferido para o posto de saúde da remota Ilha Pyeongdong, no dorama Doutor à Beira do Amor.
Em vez de uma adaptação pacífica, a chegada do médico é marcada por uma sequência de imprevistos logísticos e incidentes com a fauna local. O choque de realidade complica a vida profissional do personagem e transforma seu período na ilha em um teste de resistência.
Abaixo, detalhamos a sucessão de infortúnios enfrentados pelo médico desde o seu primeiro dia de trabalho.
A rotina na Ilha Pyeongdong

1. Desmaio no trajeto: A viagem de balsa termina mal após ele ingerir medicação acima da dosagem recomendada, resultando em um desmaio antes mesmo do desembarque.
2. Inspeção com insetos: A expectativa de um descanso tranquilo é frustrada assim que ele entra em seu quarto, localizado no segundo andar do posto de saúde, e toma um susto ao se deparar com uma centopeia.
3. Perseguição canina: O que era para ser uma rápida troca de bolsas com Yuk Hari foge do controle. Durante a busca, ele é interceptado por um cachorro e obrigado a correr desesperadamente pelo vilarejo.
4. Jejum forçado de 24 horas: A dependência quase exclusiva da pesca local gera um bloqueio prático. Intolerante ao cheiro forte de peixe que domina a culinária da região, ele passa um dia inteiro sem conseguir se alimentar.
Falhas logísticas e exaustão médica

5. O voo de última hora: Durante a transferência de um paciente para o helicóptero de resgate, a equipe exige inesperadamente que ele embarque e acompanhe o caso até um hospital de grande porte.
6. Abandono na cidade: Após a finalização do atendimento, o hospital não providencia o retorno do médico. Ele é deixado para trás e precisa se virar sozinho para encontrar o caminho em uma região completamente desconhecida.
7. Noite no motel: O atraso gerado pela desorganização no hospital faz com que ele perca a última balsa com destino à ilha, forçando uma estadia improvisada (e solitária) em um motel local.
8. A bronca no retorno: Para encerrar o ciclo, o cansaço físico cobra o preço. Ele dorme além do horário estipulado no motel e, ao chegar atrasado ao posto da Ilha Pyeongdong, é recebido com uma bronca severa da enfermeira chefe.
Os tropeços contínuos quebram a pose inicial do cirurgião e mostram o peso do trabalho na comunidade. Apesar do azar insistente, as experiências inesperadas forçam Do Ji-ui a cumprir seu dever médico em condições adversas, gerando momentos de alívio cômico e empatia com a audiência.

